Os criadores do Piauí estão inconformados com o método usado pela
Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) para a venda do milho subsidiado
pelo governo. Na quinta-feira dia (01/11/2012) houve um princípio de tumulto na
porta de um dos galpões da empresa em
Teresina PI.
Desde o começo da semana, o atendimento é tumultuado nos armazéns
da CONAB. Por causa da grande procura e
da pequena oferta de milho, a companhia decidiu racionar a venda do produto. A
entrega, marcada para começar na próxima segunda-feira (05/11/2012), será feita
por grupo. Por dia 50 criadores irão receber o grão. A cota para cada um será
de no máximo de mil quilos de milho.
"Esse formato que eles estão fazendo não é o melhor. Deveriam
ter feito uma entrega de senhas. As pessoas não ficariam amontoadas", diz
o criador Délcio
Martins.
Cerca de três mil criadores de 80 municípios do Piauí estão
cadastrados na sede da CONAB em Teresina. Diante da crise provocada pela seca,
a companhia planeja abrir os armazéns nos fins de semana para
ampliar a entrega do milho.
"Eu peço calma. Todos serão atendidos. O maior problema é que
eles não querem seguir a regra do agendamento. Nossa questão de atendimento tem
um limitador, que é o condicionante de recursos humanos, a questão burocrática
de material e de sistema de faturamento", diz Alisson Pego,
superintendente da CONAB no PI.
Trezentas toneladas de milho estão estocadas nos dois armazéns da
CONAB em Teresina. De acordo com a companhia, mais nove mil toneladas devem
chegar até o fim do ano. O grão será vendido para agricultores de 80 municípios
do Piauí.
FONTE: http://www.portalodia.com
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