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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Mulher de pistoleiro diz que empresária encomendou morte do marido.

Na manhã desta quinta-feira dia (03/10/2013) durante a apresentação de Tiago Osório Cavalcante, de 22 anos, – acusado de agenciar a morte do empresário, Epaminondas Coutinho Feitosa, de 34 anos, e de ser o piloto e proprietário da motocicleta usada para transportar o pistoleiro que executou o cantor Edimar Bingeo, de 46 anos – o Delegado Especial, Tales Gomes, falou sobre a participação da empresária, Antônia Andrade de Sousa, a ‘Toinha’, na morte do próprio marido, Epaminondas Coutinho, crime ocorrido no último dia 08 de junho de 2013.
Ela está presa na Penitenciária Feminina de Picos-PI acusada pela polícia de ser a mandante do crime. Na época, a informação foi repassada pelos executores confessos do empresário, José Manoel dos Santos, de 33 anos, que é mais conhecido como 'Santinho' e Rinaldo José do Nascimento, de 21 anos, que é mais conhecido como ‘Teté’. Hoje o Delegado voltou a reafirmar que a viúva foi a mandante do crime. Na análise mesmo, todo contexto põe ‘Toinha’ na condição autora intelectual do homicídio.
“Os dois pistoleiros afirmaram que quem tava pagando era uma mulher que era dona de uma ótica aqui na cidade. E agora a mulher do pistoleiro ‘Teté’ me procurou e na presença do Promotor, Cláudio Soeiro, afirmou que o ‘Teté’ relatou para ela, na primeira visita dela a penitenciária, que quem teria mandando matar foi a senhora Antônia”, frisou o delegado.
Tales Gomes explicou ainda os motivos para o crime. Segundo ele, o casal vivia um relacionamento conturbado e estava praticamente separado. “Tem também a questão patrimonial. Porque nós pedimos a quebra do sigilo da senhora Antônia e está comprovado, anexado ao processo, um apólice de seguro [de vida de Epaminondas] no valor de R$ 400 mil, ela sendo a beneficiada”, completou.
Outra evidencia da participação da empresária na morte do marido seria uma mentira contada por ela. Conforme o Delegado Especial, a acusada ligou para uma costureira e perguntou até que horas o atelier permaneceria aberto. “E disse que ia mandar uma encomenda pelo marido. Mas não ia pessoalmente porque ela estaria no colégio [Colégio das Irmãs] na festa da criança do casal. E foi constatado que em nenhum momento, durante a noite do crime, ela foi ao colégio. Então ela mentiu para costureira”, colocou.
Para Tales Gomes, a declaração dos pistoleiros, a informação repassada pela mulher de um dos executores e a mentira contada a costureira reforçam a participação da viúva no crime. “E outros detalhes que eu não vou divulgar aqui, mas que estão nos depoimentos”, encerrou o delegado.
FONTE: http://www.diaadiapicos.com.br

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