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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Veja entrevista cedida pelo Barrão ao piauinoticias.com sobre suas ações.

Com exclusividade o internauta do piauinoticias.com pode acompanhar agora através da leitura uma entrevista cedida pelo criminoso Francisco Rodrigues (conhecido por Barrão), que mora no  Morro do Tiro em Floriano-PI e que desde agosto de 2013, vinha sendo procurado pelas polícias local.  Durante mais de um ano, inúmeras operações foram  montadas, principalmente, pela Polícia  Militar, com o objetivo de prendê-lo.
De tanto escapar das tentativas  policiais que eram no sentido de colocá-lo atrás das grades e se sentido coagido o Barrão teria se dirigido à polícia, inclusive com ameaças. O tenente coronel Lisandro Honório, comandante do Batalhão local, chegou a citar que era uma questão de honra prender o Barrão e que mais cedo ou mais tarde, isso iria ocorrer.
Barrão foi preso no final da manhã dessa quarta-feira, 22, e após ser levado para a sede do 3º Batalhão foi mandado  para a Central de Flagrantes da Polícia Civil onde falou com exclusividade ao piauinoticias.com.
PN- Você é acusado de vários crimes em Floriano como latrocínio e roubos, além  de um homicídio. Você confirma  essas  acusações?
Barrão – Rapaz esse latrocínio aí, era eu ou ele.  Eu dei esse muro nele que foi fatal, mas não foi tentando matar ele, e sim, tentando me  defender. Ele estava com uma faca e tomei a faca dele, quebrei e sair correndo de perto dele, ele correu atrás de mim  com duas pedras nas mãos e pedir para ele deixar o negócio quieto, mas ele não quis deixar, foi então, que dei um  muro nele e sair fora. As pessoas estão afirmando que eu pulei em cima dele, na cabeça dele, mas isso é mentira, eu nunca pulei em cima dele.
PN- Esse caso foi onde?
Barrão - Foi perto do Conjunto Pedro Simplício.
PN- Você tinha rixa com ele?
Barrão - Não! Nunca tive rixa com  ele, não. Nunca discutir com ele.
PN  Desde de então, onde você se  escondia dos policiais que estavam a sua procura?
Barrão -  Somente em cima do morro, Senhor.
PN – Alguém no bairro lhe dava comida, lhe dava apoio?
Barrão – Rapaz não. Quem me dava comida era somente o Mison.
PN – Vários  comércios e chácaras você teria invadido. Isso é verdade?
Barrão – Não, tem um bocado de chácaras para o lado do Tabuleiro que dizem que foi eu que rebentei e isso não fui eu. Tinha várias pessoas fazendo isso aí, pra cair tudo em cima de minhas costas.  As coisas que eu tinha já entreguei tudo para o seu Marcelo, fomos buscar tudo.... e falta somente algumas coisas porque  o rapaz (não citou nome) está viajando.
PN- Tem uma chácara  nas proximidade do Tatu que foi invadida e que levaram  cerca de R$ 45 mil em joias. Foi você que praticou esse crime?
Barrão – Foi, Senhor. Mas essas joias eu não conheço, pois eu não conheço ouro e nem sei o que é prata. Só sei que peguei e....mas fui  para pegar  uma espingarda e vi esse, um potinho de... cheio desses cordão, eu peguei e os filhos de Mison ficou com eles tudin, apenas eu fiquei  com a espingarda só.
PN - Uma moto Pop vermelha foi furtada próximo a Agespisa, bairro Viazul. Foi você?
Barrão – Rapaz, não fui eu não. Eu vi  uma pop vermelha na casa do Totó. Estava na cozinha.
PN – Você é acusado de envolvimento em furtos de várias motos. Você tem  envolvimento com  esses crimes?
Barrão – Essas motos que eu estava em cima, o seguinte e esse, eu furtava não era para vender e nem para trocar por drogas, era somente para eu andar. Pois sempre gostei de andar em moto e quando dava algum  problema eu abandonava em cima do Morro e os homens achavam. Nunca robei moto pra vender.
PN – Existem mais de trinta Boletins de Ocorrências (B.O) registrados contra você nos Distritos. Você praticou tantas ações criminosas assim?
Barrão – Tem  alguns que foram  eu, mas tem muitos registros que não foram praticados por mim, pois não existe somente eu de ladrão. O povo viu que era ladrão porque via um  bocado de polícia atrás de mim  e me acusava de tudo, mas isso  também foram outros ladrões, pois aqui em Floriano não tem só eu de ladrão.
PN - Há mais de um ano que a polícia está tentando te prender. Porque não se entregou, ou melhor, o que levou você a fugir e se esconder sempre?
Barão- Os povo ficava falando. Chico os homi vai botar é para te matar agora. Eu pensava em ligar para o seu Chiquim, para o seu Marcelo para me entregar nas mãos dele, mas o povo dizia que no dia que me entregasse, eu ia morrer, iam me matar.
PN – Algo mais a declarar?
Barrão – Eu quero falar para a população que agora eu vou pagar pelo que fiz e... eu peço mais uma chance para a população, pois no dia que eu sair peço a esse povo que me conhece, que sabe que eu sou um cabra trabalhador,  que me dê mais uma chance. Eu ganhei a fama de ladrão, mas eu quero que os amigos dos caminhões  me dê uma oportunidade quando eu sair. Quero mostrar para as pessoas que quero mudar.
No final da entrevista o Barrão lembrou dos três filhos menores de idade  e diz que vai levá-los no coração para o Presídio de Vereda Grande. Que gostaria que eles não seguissem o caminho que ele  seguiu que foi o mundo da criminalidade. Se mostrando emocionado, disse ainda que um problema de  família fez ele enveredar pelas ações criminosas. Os três filhos menores de 13, 10 e 9 anos de idade moram com a mãe, disse e finalizou, “peço para os meus filhos que não mexam nas coisas alheias, pois veja no que dá. Peço a Deus que proteja os meus filhos e que bote eles num caminho melhor, pois eu não  seguir  o caminho que minha mãe quis me botar.
Barrão declara que perdeu a família e que por esse motivo, teria começado a praticar ações criminosas, mas não quis citar que tipo problema existiu. A reportagem, ou seja, a entrevista foi feita pelo repórter Ivan Nunes.
POSTADO POR: Alonso Bisorão.
FONTE: http://piauinoticias.com/

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