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sábado, 17 de agosto de 2013

Morte de bebê: 'falta sensibilidade nos profissionais do hospital, afirma denunciante.

“Era uma criança e foi tratada como um animal. Nós ficamos entristecidas com a falta de humanidade da administração do hospital”, afirmou a consultora de uma loja de perfumes do município, Izaíra Jocasta, denunciando as condições em que se encontrava um bebê que nasceu na madrugada de hoje dia (17/08/2013) e veio a óbito às 06h30 por insuficiência respiratória em Amarante (PI). A mãe da criança é Ana Paula, 31, residente na Rua Manoel Ribeiro de Carvalho, 45, bairro Cajueiro, em Amarante.
Segundo Izaíra, a falta de sensibilidade ficou evidente no tratamento dado à mãe e ao bebê já falecido. “Uma amiga de Ana Paula, mãe do bebê, veio nos pedir uma caixa de papelão para colocar a criança já morta porque a família não tinha condições de comprar um caixão, pois a caixa de papelão que o hospital tinha conseguido era muito pequena”. O princípio da denúncia feita está na falta de orientação adequada à família e na falta de iniciativa dos funcionários em buscar apoio social para o sepultamento do bebê.
A consultora completou a denúncia referindo-se às condições higiênicas do hospital afirmando que “os dois, a mãe e o bebê, ficaram com bastante sangue e não havia sequer um lençol para cobri-los, pois estava (a mãe) toda ensangüentada”.
A denunciante encerra referindo-se à falta de sensibilidade da enfermeira, que não teve o seu nome revelado. “A enfermeira estava sentada no seu setor e, somente depois que a chamamos, foi que limparam a criança e a mãe”.
O enfermeiro recém-chegado ao plantão, Natanael Silva, assegura que tomou conhecimento do ocorrido e afirma todos os procedimentos cabíveis foram tomados no sentido de prestar assistência à mãe durante e após o parto. “Declarada à morte da criança ela foi envolvida em uma fralda e colocada ao lado da mãe na clínica de obstetria do hospital”.
O enfermeiro confirma não existir um assistente social durante a madrugada para orientar a família em casos semelhantes, mas afirma que “a própria mãe tem consciência de que foi feito tudo o que estava ao alcance do hospital no sentido de ajudá-la”.
A criança, segundo ele, apresentou complicações respiratórias logo ao nascer, por volta das 03h30. “Mesmo após a morte do bebê, fizemos tudo o que foi possível”, conclui o entrevistado, após afirmar que “desconhece a orientação dada à mãe em relação à caixa de papelão para colocar o bebê já morto.
Segundo Izaíra, o município enviou uma Kombi para levar o corpo da criança num caixão que foi providenciado por iniciativas da denunciante.
FONTE: http://www.meionorte.com/denisonduarte

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