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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Samu é denunciado por negligência ao CRM após não enviar ambulância.

Conselho Regional de Medicina vai apurar porque ambulância não foi enviada. Serviço explica situação.
Um representante comercial denunciou na tarde desta quarta-feira dia (03/07/2013) ao Conselho Regional de Medicina (CRM) uma médica plantonista da central do Samu por negligência durante pedido de ajuda no bairro Lourival Parente, zona Sul de Teresina-PI.
Marcos Sousa conta que sua mãe, Maria Quitéria de Sousa, aposentada de 73 anos, caiu da cadeira e bateu com a cabeça no chão. Ela estava imobilizada por volta de 15h. O filho narra que ligou para o Samu e foi informado pela telefonista que não possuía veículo. Depois, passou o telefone para uma médica.
Ele explicou o que havia ocorrido com Maria Quitéria de Sousa. Na versão do denunciante, a médica teria dito: "Quem cai de uma cadeira não tem nada demais". Marcos ficou enfurecido com a resposta e o diagnóstico por telefone e reclama que a médica ainda deligou na sua cara.
Indignado, o representante comercial ligou para o Corpo de Bombeiros solicitando uma ambulância. Dona Maria Quitéria foi levada para o Hospital São Marcos, mas acabou internada no Hospital de Urgência de Teresina (HUT).
O Samu informou que a quarta-feira foi um dia atípico, com duas ambulâncias quebradas. Além disso, alega que, de acordo com as informações prestadas por Marcos, o caso seria de queda e a paciente apresentava "dores no pescoço", o que fez a médica indicar, inicialmente, que não era caso para envio do veículo. Por fim, a médica teria advertido que desligaria caso Marcos não baixasse o tom da voz.
José Ivaldo, diretor clínico do Samu Teresina-PI, informou ao Cidadeverde.com que situações de discussão no telefone são freqüentes nas ligações para o número 192. Em uma investigação preliminar, ele obteve a informação de que Marcos teria desligado sem dar maiores informações e depois ligado novamente, mas somente para reclamar. "Essa pessoa voltou a ligar duas vezes, mas só falou com as telefonistas. Se recusou a falar com a médica, apesar da insistência da telefonista", disse.
O diretor clínico do Samu relatou que mais duas pessoas telefonaram sobre o caso, mas não estavam no local com a paciente para dar informações, o que vai contra o protocolo nacional para o envio de ambulâncias.
Ciente da denúncia feita ao CRM, José Ivaldo informou que o Samu está de portas abertas para fornecer as informações necessárias, mas não recebeu denúncia formal que ensejasse uma investigação interna.
REGRAS PARA ENVIO DE AMBULÂNCIA:
O Samu só libera ambulância após o médico (a) definir que o caso é prioritário para o atendimento. Mas o serviço sofre com ocorrências que não existem ou de menor gravidade, que não precisariam do resgate.
"Às vezes se descreve um quadro de situação gravíssima e termina se convencendo o médico de mandar a ambulância avançada, com UTI móvel. Quando se chega lá, não é absolutamente nada. Isso acontece com bastante frequência e tira a possibilidade da ambulância atender outro paciente de maior gravidade", diz José Ivaldo, ao explicar os procedimentos para envio.
O diretor clínico pede que quem ligar para o serviço confie no médico e siga suas orientações. "Desarme-se quando ligar para o Samu. As pessoas não podem se chatear com a orientação. Quando o médico diz que não é necessário usar ambulância, siga as orientações. Se chatear, brigar, xingar, não vai o mudar o caso. (...) As pessoas podem ligar sempre para o Samu, todas as vezes que necessário. Na maioria das vezes, não é necessário ambulância".
José Ivaldo acrescenta que Teresina-PI tem mais ambulâncias que o definido pelo Ministério da Saúde. Além disso, a capital é uma das que mais envia ambulâncias no Brasil, em parte por também atender casos não tratados em outros estados, como pacientes obstétricas.
FONTE: http://www.cidadeverde.com

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